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A doença como aliada

  • 6 de fev. de 2018
  • 1 min de leitura

Atualizado: 20 de mar. de 2022

"Quando o indivíduo compreende a diferença entre a doença e o sintoma, a sua atitude básica e a sua relação para com a doença modificam-se rapidamente. Deixa de considerar o sintoma como o grande inimigo cuja destruição deve ser o seu objectivo prioritário, passando antes a encará-lo como um aliado que o poderá ajudar a encontrar aquilo que lhe falta para poder levar de vencida a doença. Nessa altura, o sintoma será como o Mestre severo que será duro connosco se nos negarmos a aprender a lição mais importante. A doença não conhece outro objectivo que não o de nos ajudar a reparar as nossas "carências" e a tornar-nos sãos." Thorwald Dethefsen e Rudiger Dahlke

Imagem de Camilla Albano Fotografia

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